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Ciênc. Saúde Colet. (Impr.) ; 26(5): 1637-1646, maio 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1249516

ABSTRACT

Resumo Analisou-se o trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), à luz da teoria das Comunidades de Prática (CdP). Estudo qualitativo transversal, realizado em quatro municípios do Ceará. Realizaram-se seis grupos focais e seis entrevistas com 45 ACS, respeitando os aspectos éticos. O corpus de dados foi analisado pela técnica de análise de conteúdo. Os resultados apontaram que a participação dos ACS na ESF é marcada pela vivência na comunidade, sendo o foco principal o acompanhamento dos grupos prioritários. As práticas os colocam diante das diversas complexidades sociais e familiares, gerando reflexões e construções de novos significados para si e o processo de trabalho. As CdP dos ACS se engajam e compartilham desafios e aprendizados singulares do trabalho, caracterizado pelo contato e relacionamento íntimo com as famílias do território, que revelam necessidades pouco percebidas pelos demais profissionais da ESF. Quanto aos processos de reificação, evidenciou-se o significado de ser ACS como aquele que escuta e acolhe, além do que, percebe as necessidades das famílias invisíveis aos serviços. Os ACS exercem melhor o papel de articulador da ESF nos territórios, quanto maior forem os espaços de diálogo entre eles, os demais membros da equipe e a gestão.


Abstract The work of Community Health Workers (ACS) was analyzed in light of Communities of Practice (CP) theory. This is a qualitative cross-sectional study carried out in four municipalities in Ceará. Six focus groups and six interviews were carried out with 45 Community Health Workers (ACS), observing ethical aspects. The data corpus was analyzed using the content analysis technique. The results show that ACS participation in the ESF is marked by experience in the community, and the main focus is monitoring priority groups. The practices put them before the diverse social and family complexities, generating reflections and building new meanings for themselves and their work process. The ACS CPs engage and share challenges and unique learning from work, characterized by close contact and relationships with the families of the territory, which reveals needs hardly perceived by other ESF professionals. The meaning of being ACS as one who listens, embraces, and perceives the needs of families invisible to services, is evident in the reification processes. The ACS better exercise their role as ESF articulators in the territories the greater the spaces for dialogue between them, the other team members, and management.


Subject(s)
Humans , Community Health Workers , Community Health Services , Brazil , Cross-Sectional Studies , Focus Groups , Qualitative Research
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